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- Escuta Só: "Sisyphus" de Andrew Bird – O Assobio que Virou Sombra no The Bear
Soul Costa Verde adverte : para uma melhor experiência, leia a matéria ao som da dica musical de Edu Fontes! A volta da praia depois de um dia de surfe tem dessas coisas: o corpo cansado, a mente leve e os fones de ouvido prontos para pescar alguma música que bata com o ritmo das ondas — ou que, pelo menos, faça o caminho de casa parecer menos longo. Foi numa dessas que "Sisyphus" , de Andrew Bird, me pegou de jeito. Não era exatamente a trilha sonora que o momento pedia (o mar pede guitarras ou um reggae contagiante), mas aquele assobio insistente, quase um eco de outro esforço infinito, grudou em mim como areia molhada. Pouco depois, descobri que a canção tinha feito o mesmo com muita gente — não por acaso, ela aparece em The Bear (série obrigatória para quem gosta de caos gastronômico e trilhas sonoras afiadas), no episódio "Sheridan" . Ali, entre panelas queimadas e crises existenciais, o violino e o assobio de Bird soam como um respiro irônico: afinal, o que é cozinhar num restaurante falido senão o próprio mito de Sísifo em versão contemporânea? A escolha foi tão certeira que virou assunto nas minhas rodas de conversa e agora aqui nessa coluna — e, cá entre nós, é difícil ouvir a música agora sem imaginar Jeremy Allen White suando sobre uma tábua de cortar. Escuta Só Mas "Sisyphus" não precisa de imagens para fazer efeito. O assobio que abre a faixa é um daqueles ganchos que o cérebro se recusa a esquecer: sobe, desce e repete, como a pedra do título. Os arranjos, porém, são tudo menos repetitivos. Um sintetizador que reproduz violinos que começam em pizzicato nervoso se abrem em cordas dramáticas, depois as teclas dão vida ao som de um piano suave que tilinta como um aviso gentil, enquanto o contrabaixo se arrasta como quem já aceitou a derrota — até que, de repente, a música explode num clímax que parece dizer: "A gente sobe o morro só pelo prazer de ver, lá de cima, o mundo que prende a gente aqui embaixo" . É impossível não se sentir arrebatado. Andrew Bird sabe brincar com mitos (o álbum "My Finest Work Yet" , de 2019, onde a faixa é a título, é cheio deles), mas "Sisyphus" é especial porque transforma o absurdo em algo bonito. Ouça no fone, de preferência depois de um dia de trabalho duro, e deixe que o assobio faça as vezes de sombra — incômoda, mas companheira. Indicação da semana: O episódio "Sheridan" de The Bear (Disney+/Star+) para ver a música em ação. E, claro, o álbum "My Finest Work Yet" na íntegra, porque Andrew Bird merece — e você também.
- Intolerância religiosa não é liberdade de expressão: é crime.
Intolerância religiosa não é liberdade de expressão: é crime. As leis que tratam de racismo, preconceito e intolerância religiosa não foram criadas para dar privilégios, mas sim para garantir proteção e dignidade a grupos historicamente marginalizados. Essas leis são fruto de uma realidade concreta: vivemos em uma sociedade marcada pelo racismo estrutural, pela exclusão social e pela perseguição a religiões de matriz africana, entre outras expressões religiosas não-hegemônicas. A cada dia, milhares de pessoas são vítimas de violência — simbólica, verbal ou física — por causa da sua fé, da sua cor, da sua origem ou da sua cultura. Não se trata de favorecer uns em detrimento de outros. Trata-se de corrigir desigualdades profundas e garantir que todas as pessoas tenham o direito de viver e manifestar sua fé sem medo, sem repressão e sem violência. Proteger não é privilegiar. É garantir que os direitos cheguem a quem mais precisa. Ser umbandista é entender que fazemos parte de uma religião que nasceu como uma ferramenta de resistência contra a opressão de um povo. Não basta apenas vestir o branco, dançar, cantar e bater palmas ao som dos tambores. A Umbanda nos ensina que, mesmo que alguém tenha outra crença ou hábitos religiosos diferentes dos nossos, continuará sendo nosso irmão. Por isso, lutamos como umbandistas por uma sociedade mais justa, mais humana e mais solidária — independente de credo. A espiritualidade que professamos nos chama ao respeito, ao acolhimento e à convivência fraterna.
- Feito de Palavras: Parto, mas deixo perfume
Vou partir... na bagagem o sonho... nos olhos a fotografia de tudo o que amei... As canções que inundaram de beleza a minha alma também levarei na memória... Comigo seguirão os bons amigos... àqueles com os quais compartilhei alegrias...melancolias e sobretudo silêncios... Vou partir... sem adeus... Deixo o aroma da alfazema que recebi de herança da mãe... como a senha com que os que me querem bem haverão de me encontrar... Vou partir... e isto é uma celebração do amar...
- Bourbon Festival Paraty: música, sabores e encontros inesquecíveis à beira-mar
Paraty , com seu casario colonial, ruas de pedra e o charme que mistura mar, serra e cultura, mais uma vez se transformou no epicentro da boa música e da boa energia com o imperdível Bourbon Festival Paraty . E claro, o Soul Costa Verde marcou presença nesse evento que é muito mais do que uma celebração sonora — é um convite à vida leve, ao riso solto e aos encontros que ficam na memória. Logo na chegada, o clima já era outro. A vibração positiva estava no ar: famílias, casais, viajantes solitários, artistas de rua, jovens curiosos e veteranos do jazz caminhavam lado a lado, embalados por uma trilha sonora que ia do soul ao blues, passando por aquela bossa nova que aquece o coração. Mas engana-se quem pensa que a experiência do Bourbon se resume aos palcos. Paraty é uma cidade que se entrega por inteiro a quem chega. E a gente se entregou junto. 🍽️ O melhor purê de aipim da minha vida (até agora) Nosso almoço foi no aconchegante e acolhedor @gininhaparaty , uma verdadeira joia da gastronomia local. Foi lá que provei, sem exagero, o melhor purê de aipim da minha vida . Cremoso, saboroso e com aquele toque de tempero caseiro que parece abraço de vó. Acompanhando o prato, um peixe frito no ponto exato — dourado por fora, macio por dentro —, servido com generosidade e simpatia. Uma experiência que alimenta o corpo e a alma. Na saída um "bom passeio, divirtam-se e volte sempre" com tanta verdade, seguida de um sorriso, que não tem jeito, retornaremos! 💎 Arte, lembrança e energia boa Paraty é também terra de arte, de histórias contadas em madeira, barro, tecido e pedra. E foi impossível resistir ao encanto dos cordões da talentosa @hanna.gogoia . Cada peça carrega uma energia única, feita com pedras naturais e um cuidado artesanal que a gente sente no olhar de quem cria. Levar uma dessas peças pra casa foi como guardar um pedacinho da cidade no peito. 🥃 Cachaça boa e atendimento melhor ainda O que seria de Paraty sem a sua tradição na cachaça? Demos aquela passada obrigatória no @emporiodacachacaparaty , e o que era pra ser uma visita rápida virou uma verdadeira aula sensorial. Degustações cheias de personalidade, prateleiras coloridas de história líquida e um atendimento que acolhe, explica, indica e encanta. É impossível sair de lá com menos de duas garrafas — e uma vontade de voltar. 🍨 Sorvete, café e gentileza Pra fechar com doçura, fomos até o delicioso @sorvetefinlandesparaty . Um festival à parte de sorvetes artesanais, sabores marcantes e o meu novo vício: o café gelado , equilibrado e perfeito pro calor da tarde. Mas o destaque, sem dúvida, vai para o atendimento. Mesmo sem nos apresentarmos, saímos com a sensação de sermos de casa. Um daqueles lugares que prova que carinho no serviço é ingrediente essencial. 🎙️ Encontros que aquecem E como se tudo isso não bastasse, ainda encontramos por lá o nosso querido colunista Edu Fontes , que estreou sua coluna “Escuta Só” no Soul Costa Verde justamente no domingo do festival. Foi um encontro espontâneo, alegre e cheio de boas conversas. Edu, que já viveu tantas ondas sonoras nas rádios do Brasil e no mar, estava ali, celebrando a música como sempre fez — de coração aberto. O Bourbon Festival Paraty 2025 foi isso: Música que arrepia, sabores que abraçam, encontros que ficam. Um dia pra guardar com carinho, celebrar o presente e renovar as esperanças nas boas vibrações que vêm por aí. Paraty nos recebeu com braços abertos e nos deixou com vontade de mais. Que venha a edição 2026 — já estamos contando os dias! 🥂 Um brinde à vida. Siga em paz.
- Escuta Só: Farol da Barra | Um Entardecer Baiano no Litoral Sul Fluminense
Soul Costa Verde adverte: para uma melhor experiência, leia a matéria ao som da dica musical de Edu Fontes! Escuta Só Há músicas que não apenas ecoam, mas transportam. "Farol da Barra" , na voz calorosa de Baby do Brasil , é uma dessas pérolas sonoras que nos levam direto ao pôr do sol baiano, onde o mar se encontra com o céu em tons de laranja e rosa. Mas quem já experimentou um entardecer de outono na nossa Baía, a da Ilha Grande sabe que a magia não fica só na Bahia. Enquanto a guitarra despretensiosa dos Novos Baianos convida a um balanço suave, é impossível não traçar um paralelo entre o Farol da Barra de Salvador e nossos próprios cenários: a Ilha da Igreja do Bonfim tingida pelo crepúsculo, as águas calmas da Praia do Anil refletindo o último brilho do dia, o entardecer de cenário da Pedra da Gruta . A canção, que é faixa de abertura do álbum Novos Baianos (1978) e foi composta por Moraes Moreira e Luiz Galvão, tem essa rara capacidade de ser ao mesmo tempo regional e universal – um canto de amor à paisagem, mas também à melancolia do fim de tarde, onde saudade e beleza se misturam. Escuta Só Se na Bahia o farol guiava navegantes, aqui no Litoral Sul Fluminense nossos próprios faróis naturais – os morros, as ilhas, o vai-e-vem das barcas – nos lembram que o outono não é só despedida, mas também convite: para parar, observar e se deixar levar pela música, enquanto o dia se despede em ritmo de balanço. Afinal, como dizem os versos: "quando o sol se põe vem o farol" – mas quem precisa de farol? Agora, é aproveitar e pôr o som!
- Aloha Spirit invade Angra com muita remada, vibe boa e alma esportiva
Pela segunda etapa do Aloha Spirit Cup 2025 , Angra dos Reis é o palco de um dos maiores festivais de esportes aquáticos do Brasil, reunindo cerca de 1.000 atletas de diferentes regiões do país (e até do exterior). O encontro acontece de 13 a 15 de junho , na paradisíaca Praia do Anil. Se você passar pela Praia do Anil neste fim de semana e achar que esta rolando alguma produção de cinema aquático... é quase isso. Com direito a atletas do Brasil inteiro, canoas deslizando na água, bandeiras ao vento e aquele céu azul de fazer inveja a qualquer filtro de Instagram, o Aloha Spirit Cup chegou chegando em Angra dos Reis! De sexta a domingo, a cidade vai virar palco de um dos maiores festivais de esportes aquáticos da América Latina. E não é exagero: são milhares de remadas , atletas concentrados e sorrisos aliviados pós-prova. Tudo isso com uma estrutura de ponta, lounges, cinema na praia, yoga de frente pro mar, espaço de conexões e claro… aquela energia que só Angra tem. Tem va’a (a famosa canoa havaiana), stand up paddle, maratona aquática, paddleboard e até prova noturna. E não vai faltar emoção — nem nas braçadas, nem nas histórias que cada atleta carrega. Além da competição, o evento é um lembrete: esporte, natureza e cultura podem (e devem!) andar de mãos dadas. A organização investiu em sustentabilidade, acessibilidade e ainda movimenta a economia local com hotelaria, alimentação e turismo em alta. 🌞 O sol colaborou, o céu tá cinematográfico (literalmente, olha as fotos que fizemos!) Ainda dá tempo de colar lá, sentir essa energia de perto, bater aquele papo com atletas, tirar fotos incríveis e viver o Aloha. 🏄 Modalidades para todos os gostos Esportes como va’a (canoa havaiana) , stand up paddle , paddleboard e maratona aquática (em distâncias que vão de 1 km a 5 km, incluindo uma prova noturna de 500 m) fazem parte do calendário, com destaque especial às categorias Elite nas modalidades de SUP e va’a. 🌱 Cultura e sustentabilidade O festival se destaca por sua preocupação ambiental, com a Expo Ambiental , ações de limpeza da Praia do Anil e reutilização de materiais, além de oferecer estrutura acessível para pessoas com deficiência. 🎬 Mais que esporte A programação vai além das competições: Cinema na praia – sexta: Bohemian Rhapsody ; sábado: Moana 2 e One Love (sobre Bob Marley). Yoga gratuita , no sábado às 8h30, aberta ao público com a professora Mila Sibele. Festa Aloha Spirit , sábado à noite com a banda “A Galera do Vinil” no Bar Pirabar, no Shopping Piratas. 🎯 Impacto local Organizado pela Prefeitura e TurisAngra, o festival gera renda para a economia local (hotéis, restaurantes e comércio), além de promover a cidade como destino esportivo. A premiação total chega a R$ 50 mil , atraindo atletas de alto nível da elite do SUP e va’a.
- Bourbon Festival Paraty 2025: música boa, história viva e alma no centro antigo
Imagine caminhar por ruas de pedra centenárias enquanto um saxofone embala a tarde, guitarras choram em blues, e o jazz flui pelas esquinas como brisa do mar. Agora pare de imaginar — isso está acontecendo AGORA em Paraty! O Bourbon Festival Paraty 2025 chegou pra fazer o coração bater no ritmo do soul, do jazz, do blues e da MPB. E como já virou tradição, a cidade histórica se transforma em um palco a céu aberto, onde o passado colonial abraça o presente com harmonia e arte. 🎶 Música para todos os gostos e sentidos As apresentações tomam conta das praças, ruas e cantinhos charmosos da cidade — tudo gratuito, democrático e com aquele toque de sofisticação simples que só Paraty sabe oferecer. De artistas consagrados a novos talentos, o festival celebra a diversidade sonora com performances ao vivo que fazem a alma vibrar. Entre um show e outro, o público se espalha pelas lojinhas, pelas galerias de arte, pelos bares com drinks autorais e pelas mesas de madeira com vista pro casario iluminado. É uma verdadeira experiência sensorial: tem som, tem cor, tem sabor e tem história. 🍷 Jazz com cachaça artesanal, blues com gastronomia caiçara O Bourbon não é só um festival — é uma vivência. As noites são embaladas por solos emocionantes e encontros inesperados. O dia é passeio, é mar, é cultura. Paraty respira música o tempo todo, e cada beco parece esconder um acorde novo esperando pra ser descoberto. 🌟 Pra quem é fã de verdade, pra quem só quer curtir Se você já conhece o festival, sabe do que estamos falando. E se nunca foi, esse pode ser o ano ideal pra se jogar nesse caldeirão de sensações. Traga seu chapéu, sua câmera e seu coração aberto — porque Paraty está mais viva do que nunca. 📍 O Bourbon Festival segue até domingo. Ainda dá tempo de pegar estrada, curtir boa música e viver essa experiência única entre a serra e o mar.
- Novo colunista no Soul Costa Verde: Edu Fontes estreia a coluna "Escuta Só"
O site Soul Costa Verde ganha ainda mais alma e som a partir desta semana com a chegada de um novo nome de peso: Edu Fontes é o mais novo colunista da casa e estreia a coluna "Escuta Só" , que vai ao ar todos os domingos, trazendo boas histórias e uma dica musical especial pra embalar sua semana. Jornalista por paixão, advogado por formação e comunicador por vocação, Edu — que muitos também conhecem como o advogado Sânio de Aquino — transforma sua relação intensa com a música em palavras e ondas sonoras. Com uma trajetória marcante no rádio brasileiro, já emprestou sua voz a grandes emissoras como a extinta Rádio Cidade, Jovem Pan Rio, Paradiso, Costazul FM (em Angra), além da 89 Rock (SP), Rede Atlântida (RS) e Rede Mundo Livre (PR). Agora, em sua nova fase como colunista, Edu compartilha com o público o que seus ouvidos amam ouvir: histórias recheadas de memória afetiva, descobertas musicais e reflexões que conectam gente, tempo e emoção. A cada domingo, a coluna "Escuta Só" será um convite para abrir o coração e sintonizar com o melhor da música — seja ela clássica, contemporânea, popular ou alternativa. Uma experiência pra ler, ouvir e sentir. Se liga no Soul Costa Verde e não perca nenhum capítulo dessa viagem sonora com Edu Fontes . Porque aqui, a gente também vive em ritmo de música.
- "No tempo em que os bichos falavam" emociona no aniversário do Centro Cultural Theóphilo Massad
Durante todo o mês de maio, o Centro Cultural Theóphilo Massad celebrou seu aniversário com uma programação especial repleta de arte, cultura e educação. Entre as diversas atrações, destacamos a emocionante apresentação do artista Glauter Barros, com a contação de histórias "No tempo em que os bichos falavam". O evento aconteceu no teatro, com a participação de alunos da rede pública de ensino. Glauter envolveu as crianças com narrativas cheias de imaginação, sensibilidade e bom humor. Além de entreter, ele emocionou ao compartilhar sua trajetória artística, ressaltando a importância da leitura na formação das pessoas e revelando que sua paixão por contar histórias nasceu ainda na infância, inspirado por sua avó, que sempre o encantava com histórias inesquecíveis. Foi um momento marcante dentro das comemorações, proporcionando alegria, reflexão e o fortalecimento do vínculo entre cultura e educação. As crianças participaram com entusiasmo e saíram do teatro encantadas com cada história ouvida. A celebração do aniversário do Centro Cultural Theóphilo Massad reafirma nosso compromisso de levar cultura e arte para toda a comunidade.
- Sabores da Costa Verde: uma viagem gastronômica à beira-mar
Se existe um lugar onde a gastronomia se mistura perfeitamente com paisagens de tirar o fôlego, esse lugar é a Costa Verde. Entre ilhas, praias desertas e vilarejos encantadores, a culinária local é uma verdadeira celebração aos sabores frescos do mar, à cultura caiçara e à simplicidade que conquista qualquer visitante. Seja em Angra dos Reis, Paraty, Itaguaí ou Mangaratiba, uma coisa é certa: você vai comer muito bem. Peixe fresco e moquecas que aquecem o coração Não tem como falar da Costa Verde sem mencionar as moquecas — prato tradicional que mistura peixe ou frutos do mar com legumes, azeite de dendê, leite de coco e aquele toque especial de pimenta e coentro. Cada restaurante tem sua receita e o segredo da família. Você pode experimentar desde versões mais sofisticadas, servidas em restaurantes à beira-mar com direito a pôr do sol, até as mais simples, feitas em pequenas barracas nas praias mais escondidas. Além da moqueca, os peixes grelhados na brasa, acompanhados de farofa e salada, são a pedida perfeita para quem quer algo leve e saboroso. Entre os mais encontrados estão a anchova, o badejo e o robalo, sempre fresquinhos, recém-pescados nas águas cristalinas da região. Petiscos praianos e aquela cerveja gelada Para quem quer apenas petiscar, os quiosques das praias são um convite à preguiça boa. Iscas de peixe, pastel de camarão e, claro, a tradicional lula à dorê são algumas das estrelas do cardápio. Tudo isso acompanhado de uma cerveja estupidamente gelada, enquanto você ouve o som das ondas e sente a brisa do mar. Se estiver em Paraty, vale experimentar também os bolinhos de aipim com camarão ou carne seca. É aquele tipo de comida que abraça a gente por dentro, sabe? Doces, cachaças e outras delícias Depois de comer, que tal um docinho? A Costa Verde é também terra de doces caseiros, principalmente aqueles feitos com banana, como o doce de banana caramelizada ou o famoso bolo de banana com canela. E não podemos esquecer da cachaça artesanal — especialmente em Paraty, onde as alambicadas são tradição secular. Aliás, fazer um tour pelas cachaçarias é quase obrigatório: você aprende sobre o processo de produção, experimenta diferentes tipos e ainda leva uma garrafa como lembrança. Gastronomia com vista: o charme dos restaurantes à beira-mar O mais legal de comer na Costa Verde é que, em muitos lugares, a refeição vem com uma vista espetacular. Restaurantes rústicos construídos sobre palafitas, barcos atracados a poucos metros e o verde da Mata Atlântica completam o cenário. Não é exagero dizer que, por aqui, o ambiente é tão importante quanto o prato. Muitos viajantes dizem que as melhores refeições da vida foram feitas aqui, e não é difícil entender o motivo: comida feita com carinho, ingredientes frescos, natureza exuberante e uma vibe tranquila que te faz esquecer da correria do dia a dia. Para fechar: viva a experiência, sem pressa A dica final? Não tenha pressa. Sentar, apreciar a comida e deixar o tempo passar devagar é parte da experiência gastronômica da Costa Verde. Aqui, mais do que alimentar o corpo, a gente alimenta a alma. Então, da próxima vez que estiver por essas bandas, lembre-se: a verdadeira viagem começa quando você se senta à mesa .
- CONCURSO DE FOTOGRAFIA — SOUL COSTA VERDE
Sua foto pode ser destaque no nosso site por um mês! Atenção amantes da fotografia e da nossa linda Costa Verde: chegou a hora de mostrar seu olhar único! Está aberto o Concurso de Fotografia Soul Costa Verde , e a sua imagem pode brilhar na página principal do nosso site com direito a uma matéria exclusiva! Confira como participar: Tema: SOUL COSTA VERDE - Fotos que expressem a alma, as cores, o clima, o cotidiano ou as belezas naturais da nossa região. Sabe aquela foto da natureza que te marcou? Então nos surpreenda com seu olhar! Quem pode participar: Moradores das cidades que fazem parte da região da Costa Verde (Angra dos Reis, Paraty, Mangaratiba, Itaguaí ou cidades vizinhas reconhecidas como parte da região). Cronograma: Início das inscrições: Quinta-feira, 08 de maio Prazo para envio das fotos: Até 10 de junho Seleção das 10 finalistas: Até 15 de junho Publicação das finalistas no Instagram: 20 de junho Votação do público (Instagram): 20 a 22 de junho Resultado final e matéria com o vencedor: 24 de junho Como participar: Curta o perfil @soulcostaverde no Instagram. Acesse a postagem da matéria do concurso no site Soul Costa Verde. Envie sua foto para o e-mail soulcostaverde@gmail.com , com os seguintes dados: 1 (uma) foto autoral em anexo; Seu @ do instagram; Nome completo; Telefone de contato; Cidade onde mora. ⚠️ Importante: A foto precisa ter sido tirada em algum local da Costa Verde . Apenas uma foto por participante será aceita. Serão selecionadas 10 fotos finalistas por nossa equipe. A foto mais votada no Instagram será a grande vencedora ! A imagem vencedora será destaque na página inicial do site Soul Costa Verde por 1 mês e o fotógrafo ganhará uma matéria exclusiva com nossa equipe!










